quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
E bom ano 2017
E
bom ano 2017!
Bom
ano apesar da crise.
Bom
ano apesar dos cenários
anunciados de catástrofe.
Bom
ano apesar dos cortes.
Bom
ano.
Bom
ano contra a crise.
Bom
ano contra o desespero.
Bom
ano contra a tristeza.
Bom
ano contra a resmunguice.
Bom
ano contra a maledicência.
E
um ano 2017 cheio de ideias.
De
sonhos.
De
projetos.
De
novos caminhos.
De
esperança.
Um
ano para dizer sim a quem se
gosta.
Um
ano para contar histórias.
Um
ano para passear à beira rio.
Um
ano para conhecer um jardim.
Um
ano para estar com a família.
Um
ano para sentir o sol na cara.
Um
ano para reconhecer os amigos.
Um
ano para ler mais.
Um
ano para dar abraços.
Um
ano para ouvir novos sons.
Um
ano para visitar bibliotecas.
Um
ano para descobrir novas
palavras.
Um
ano para pensar mais.
Um
ano para viver mais.
Um
ano para ser mais.
Francisca Cunha Rego (adaptado)
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Poema do Mês
Natal
A festa hoje
dá lugar à melancolia.
Já não
somos crianças,
não temos
insónias a pensar nos brinquedos
nem sofremos
a ansiedade da meia-noite.
Crescemos…
O tempo
levou-nos a fé
Levou-nos os
avós
Levou-nos os
pais.
Trouxe-nos
os filhos
e a melancolia
de termos
sido crianças
e de ter
sido uma festa.
Rui
Spranger, “Natal”,
In
“Antologia da Cave – 25 anos de poesia no
Pinguim Café”
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Poema do mês
LEVAVA EU UM
JARRINHO
Levava eu um jarrinho
P’ra ir buscar vinho;
Levava um tostão
P’ra comprar pão;
E levava uma fita
Para ir bonita.
Correu atrás
De mim um rapaz:
Foi o jarro p’ra o chão,
Perdi o tostão,
Rasgou-se-me a fita...
Vejam que desdita!
Se eu não levasse um jarrinho,
Nem fosse buscar vinho,
Nem trouxesse uma fita
Para ir bonita,
Nem corresse atrás
De mim um rapaz
Para ver o que eu fazia,
Nada disto acontecia.
P’ra ir buscar vinho;
Levava um tostão
P’ra comprar pão;
E levava uma fita
Para ir bonita.
Correu atrás
De mim um rapaz:
Foi o jarro p’ra o chão,
Perdi o tostão,
Rasgou-se-me a fita...
Vejam que desdita!
Se eu não levasse um jarrinho,
Nem fosse buscar vinho,
Nem trouxesse uma fita
Para ir bonita,
Nem corresse atrás
De mim um rapaz
Para ver o que eu fazia,
Nada disto acontecia.
domingo, 18 de setembro de 2016
Recomeçar
Sísifo
Recomeça….
Se puderes
Sem angústia
E sem
pressa.
E os passos
que deres,
Nesse
caminho duro
Do futuro
Dá-os em
liberdade.
Enquanto não
alcances
Não
descanses.
De nenhum
fruto queiras só metade.
E, nunca
saciado,
Vai colhendo
ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a
sonhar e vendo
O logro da
aventura.
És homem,
não te esqueças!
Só é tua a
loucura
Onde, com
lucidez, te reconheças…
Miguel Torga, Diário
XIII
Todos os anos...
Todos os anos, de julho a setembro, podemos colher amoras. Enquanto ainda há pouco para estudar e os dias são luminosos podemos desafiar os pais ou avós para uma atividade ao ar livre: colher o que as silvas, a natureza, nos oferece. Não te esqueças de levar um saco plástico ou bacia.Se quiseres conhecer um pouco mais sobre esta planta, tão resistente, utiliza por exemplo a seguinte fonte: Wikipédia.
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